Friday, May 05, 2006

Cultura da Interface

Resenha: do livro de autoria de Steven Johnson
Cultura da Interface – Como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar

O autor Steven Johson relata que ao completar 12 anos de idade, recebeu de presente dos pais um Apple IIe Turbinados com assombrosos 32K de RAM, e que naquele tempo que ele denomina como sendo a idade das trevas, que precedeu a revolução digital, admite que sobreviver naquela época sem e-mail e processador de texto, foi uma façanha acomodada e desconectada, mesmo porque não sabia o que estava faltando. Johnson justifica com a seguinte frase: “As pessoas sempre reclamam da lentidão do correio, mas a demora só se torna intolerável depois de se experimentar o e-mail.
Na verdade para Johnson não é a vida sem computadores que o deixa perplexo, é a vida durante o estranho interregno depois da aparição do computadores uma ou duas décadas depois, Johnson não consegue imaginar escrever sem um computador. Até escrever um bilhete às pressas com caneta e papel custa para o escritor.
Atualmente o computador é capaz de discernir as características reveladoras de determinado documento e de produzir por si mesmo uma lista funcional da palavra-chave. Mas isso não é tudo. A implementação V-Twin da Apple permite-nos definir os resultados de uma pesquisa como um elemento permanente do desktop do Mac – tão duradouro e acessível com um elemento permanente do destoktop do Mac – tão duradouro e acessível como nossos ícones de disco e as subcamadas empilhadas sob eles.
A mudança mais expressiva e a mais perturbadora, para Johnson é: Um sistema semântico de arquivos daria ao computador muito mais controle sobre a organização de nossos dados. Definiríamos as categorias amplas, mas a máquina tomaria as decisões críticas sobre o que vai para onde, fazendo inclusive – inevitavelmente – julgamentos que seres humanos seriam mais aptos a fazerem.

Friday, April 28, 2006

"O que é o Virtual"

Resenha do Livro: O que é o Virtual?
Autor: Pierre Lévy

Pierre Lévy faz uma descrição maravilhosa em seu livro “O Que é o Virtual’’? O autor usa a autoridade de escritor-artista-arquiteto da “linguagem de comunicação” e expressa com criatividade a importância do serviço da tecnologia contemporânea, especificamente da Internet.
No capítulo “Reconstrução” Pierre sutilmente introduz o sistema da utilização e da qualidade do serviço da Internet, com uma frase: “Estamos ao mesmo tempo aqui e lá graças às técnicas de comunicação e de telepresença”. A imaginação de Lévy exalta, a grandeza dos serviços da internet, comparando-os aos serviços dos trabalhos médicos, por exemplo, comenta a telepresença, da interação dos equipamentos de visualização de grande utilidade, também, para os trabalhos médicos, na capacidade de tornar transparente a interioridade orgânica, até poder desvendar segredos do núcleo de DNA, além de tornar as capacidades públicas intercambiáveis. No computador as funções somáticas do corpo humano faz uma montagem em detalhe: percepção auditiva, visão e tato, correspondendo respectivamente a telefone, televisão, sistemas de telemanipulações e interação sensória-motora, dispositivos que virtualizam os sentidos. “E ao fazê-lo muitas pessoas compartilham o mesmo grande olho coletivo, graças às máquinas fotográficas, câmeras e gravadores”. A realidade virtual permite uma integração dinâmica.
Projeções: Para Lévy as funções simétrica da percepção é a projeção no mundo, tanto da ação como da imagem. Os sistemas de realidade virtual é mais que imagens: uma quase presença. Funções de transparências à distância, ao longo de uma cadeia complexa.
Reviravolas: A alta capacidade virtualização da superfície do corpo, podendo ser reconstruída modelos digitais do corpo em três dimensões e, elaboração de maquetes. No reino virtual, a análise e a reconstrução do corpo não implica dor e nem morte. Visualizada, a pele torna-se permeável Antes que tenham nascido, já é possível conhecer o sexo e quase o rosto dos filhos.
O hipercorpo: A visualização do corpo incita às viagens e a todas as trocas. Os transplantes criam uma grande circulação de órgãos entre os corpos humanos. Cada corpo individual torna-se parte integrante de um imenso hiper corpo híbrido e mundializado. Fazendo eco ao hipercórtex que expande hoje seus axônios pelas redes digitais do planeta, o hipercorpo da humanidade estende seus tecidos quiméricos entre as epidermes, além das fronteiras e dos oceanos, de uma margem a outra do rio da vida.
Intensificações: Como se fosse para reagir a vitualização dos corpos, atingiu grande população, jogando o equilíbrio até tornar-se aéreo, o corpo em queda ou em deslizamento perdeu seu peso. Torna-se velocidade, passagem, sobrevôo.
Resplandecência: Corpo atualização temporária de uma enorme hipercorpo híbrido, social e tecnobiológico. O corpo contemporâneo assemelha-se a uma chama.
A virtualização do texto: A leitura, a atualização do texto, ao mesmo tempo que rasgamos pela leitura ou pela escuta, amarrotamos o texto. Tal é o trabalho de leitura, escutar, olhar, ler equivale, finalmente a constuir-se, o mundo de significações que somos.
A escrita, ou a virtualização da memória: Hierarquizar e selecionar áreas de sentido, tecer ligações entre essas zonas, conectar o texto a outros documentos, arrimá-lo a toda uma memória que forma como que o fundo sobre o qual ele se destaca, são outras tantas funções do hipertexto informático.
A digitalização ou a potencialização do texto: Características: dialética do real. Suporte digital contém códigos que traduzimos para um computador. A tela é uma pequena janela que o leitor explora uma reserva potencial. O computador é operador de potencialização da informação.
O hipertexto: Virtualização do texto e virtualização da leitura: Decisões que regulam o tamanho dos nós ou dos nódulos elementares, agenciamento de conexões, estrutura de navegação, etc. Um pensamento se atualiza num texto e um texto numa interpretação, passagem ao hipertexto é uma virtualização.
Ciberespaço ou a virtualização do computador: Como suporte de mensagens potenciais já se integrou e quase se dissolveu no ciberespaço, essa turbulenta zona de trânsito para signos valorizados. Outras partes que não em computadores: em cartões eletrônicos, nós de redes de comunicação, foto copiadoras, faxes, câmeras de vídeo, telefones, rádios, televisões. Um computador cujo centro está em toda parte e a circunferência em nenhuma, um computador hipertextual, disperso inacabado, virtual um computador de Babel: o próprio ciberespaço.
A Desterritorialização do texto: Conjunto de estruturas, percursoras, vínculos ou redes de indicadores, que representa organizações particulares, seletivas e subjetivas do estoque. Os dispositivos hipertextuais nas redes digitais desterritorializaram o texto. Envolvido em um fluxo, valorizado metamórfico. Assim está mais próximo do próprio movimento do pensamento, ou da imagem que hoje temos deste.
Rumo a uma ressurgência da cultura do texto: Se ler é uma hierarquia, selecionar, hipertextualização e de navegação constituem de fato uma espécie de virtualização técnica ou de exteriorização dos processos de leitura. Graças a digitalização, o texto e a leitura receberam hoje um novo impulso, e ao mesmo tempo uma profunda mutação.
Não confundir o texto nem com o modo de difusão unilateral que é a imprensa, nem com o suporte estático que é o papel, nem com uma estrutura linear e fechada das mensagens, porque o texto é como uma aventura.

Friday, March 31, 2006

Internacional
A notícia escolhida para análise, na editoria Internacional, fato ocorrido no domingo, 26 de março de 2006, que as forças de segurança iraquianas haviam encontrado 30 corpos, muitos deles decaptados, ao norte de Bagdá. Talvez porque notícias sobre corpos encontrados no Iraque, que vive uma guerra civil, não seja novidade os sites pesquisados, em sua maioria, não deram tanta importância ao ocorrido.
No site do IG, a notícia “Trinta corpos são achados no Iraque, muitos decaptados”, era a manchete principal da capa de editoria Internacional, acompanhada de um pequeno texto com link para BBC Brasil para mais notícias e outros dois links sobre dois acontecimentos em outras regiões do Iraque. No site da BBC só havia mais quatro frases sobre o ocorrido.
A Folha, também trata com destaque, em sua capa, os corpos encontrados. A manchete: ”Iraque investiga 30 corpos achados ao norte de Bagdá”, traz junto um resumo da notícia e o internauta pode ler a reportagem deste e de outros dois fatos, ocorridos no domingo, clicando no título da matéria. A Folha, ainda, publica no final do texto, chamando o leitor que deseja saber mais sobre os conflitos, uma coluna Especial com dois links: “Leia cobertura completa sobre o Iraque sob tutela” e “Leia o que já foi publicado sobre atentados no Iraque”.
O Globo Online publicou somente uma nota, de duas frases da Agência Reuters. No bloco “plantão”, às 13h12m, “Exército iraquiano encontra 30 cadáveres, a maioria decaptada”. O site não valorizou a notícia.
O site Terra não deu destaque a notícia em sua capa, foi publicado no bloco “últimas notícias”, às 16h38m do domingo 26, a manchete “Corpos decaptados são encontrados ao norte de Bagdá”. Mas, diferente do Globo, clicando na manchete o internauta é direcionado para uma notícia com as mesmas informações divulgadas pelo site da Folha.
As notícias sobre mortes no Iraque, infelizmente, são diárias que não só os sites de notícias, mas todos os veículos de comunicação não valorizam mais os acontecimentos ocorridos naquela região. Domingo morreram trinta, amanhã mais cinqüenta...
posted by Cláudio Cunha Santos at 12:13 PM | 0 comments
Economia
Divulgação do IPCA-15 pelos sites IG, Folha, Globo e Terra

A notícia escolhida para análise, na editoria de Economia, foi o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15) que apurou os preços entre os dias 11 de fevereiro a 14 de março. Por tratar de um tema de interesse de todos os brasileiros, porque vivemos sempre com o fantasma da inflação a nossa volta, achei que todos os sites divulgariam com maior destaque o resultado da pesquisa apresentado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira, 24 março de 2006. O que aconteceu foi o seguinte: somente dois sites colocaram o resultado do IPCA-15 na manchete de capa de suas editorias, Globo e Terra. Os portais do IG e da Folha não valorizaram a notícia, apesar de ser um indicador de inflação, que interessa a muitos, não houve preocupação em informar o leitor.
No site do IG e da Folha os textos são praticamente os mesmos (palavras, vírgulas e pontos) e muito extensos, provavelmente, é o texto enviado pelo IBGE a todos os veículos de comunicação.
A informação foi publicada junto as manchetes dos blocos “mais notícias” – IG – ‘Inflação quinzenal tem queda e fica em 0,37, constata IBGE’ e “notícias” – Folha – ‘Inflação pelo IPCA-15 desacelera com menor pressão das escolas’. A diferença da Folha para os demais sites (IG, Globo e Terra) é que no final da matéria há um link para o leitor saber tudo o que já foi publicado sobre o IPCA-15.
Os sites da Globo Online e do Terra abordaram de forma diferente a matéria. Ambos colocaram a notícia em suas respectivas capas de editoria econômica. O destaque feito pela Globo Online, além da manchete “Inflação medida pelo IPCA-15 cai para 0,37%” , que é resumida abaixo, em apenas duas frases, e se o leitor desejar saber mais sobre o assunto é só clicar no título que vai ler a notícia completa, traz ainda um link sobre o resultado do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) que caiu em quatro capitais. O texto, ao contrário do IG e da Folha, é mais objetivo.
Assim, como a Globo Online, o Terra publicou na capa de sua editoria o índice divulgado sobre a inflação quinzenal. Mas com uma diferença. Ao contrário de todos os outros portais, que o título da manchete foi praticamente o mesmo, o Terra para chamar a atenção do leitor apresentou a seguinte manchete no bloco “Indicadores Econômicos”: ‘Inflação desacelera e IPCA-15 registra alta de 0,37% em março’. Com esta chamada de capa o internauta fica curioso em saber como é que a inflação diminuiu se o IPCA-15 teve alta? Mesmo porque o texto abaixo da manchete não explica o título, obrigando o leitor a clicar na notícia para saber mais. Clicando ele encontra um texto, também, objetivo e direto e fica sabendo que o índice não teve alta ele baixou para 0,37% porque o anterior foi de 0,52%.
posted by Cláudio Cunha Santos at 12:00 PM | 0 comments
Internacional
A notícia escolhida para análise, na editoria Internacional, fato ocorrido no domingo, 26 de março de 2006, que as forças de segurança iraquianas haviam encontrado 30 corpos, muitos deles decaptados, ao norte de Bagdá. Talvez porque notícias sobre corpos encontrados no Iraque, que vive uma guerra civil, não seja novidade os sites pesquisados, em sua maioria, não deram tanta importância ao ocorrido.
No site do IG, a notícia “Trinta corpos são achados no Iraque, muitos decaptados”, era a manchete principal da capa de editoria Internacional, acompanhada de um pequeno texto com link para BBC Brasil para mais notícias e outros dois links sobre dois acontecimentos em outras regiões do Iraque. No site da BBC só havia mais quatro frases sobre o ocorrido.
A Folha, também trata com destaque, em sua capa, os corpos encontrados. A manchete: ”Iraque investiga 30 corpos achados ao norte de Bagdá”, traz junto um resumo da notícia e o internauta pode ler a reportagem deste e de outros dois fatos, ocorridos no domingo, clicando no título da matéria. A Folha, ainda, publica no final do texto, chamando o leitor que deseja saber mais sobre os conflitos, uma coluna Especial com dois links: “Leia cobertura completa sobre o Iraque sob tutela” e “Leia o que já foi publicado sobre atentados no Iraque”.
O Globo Online publicou somente uma nota, de duas frases da Agência Reuters. No bloco “plantão”, às 13h12m, “Exército iraquiano encontra 30 cadáveres, a maioria decaptada”. O site não valorizou a notícia.
O site Terra não deu destaque a notícia em sua capa, foi publicado no bloco “últimas notícias”, às 16h38m do domingo 26, a manchete “Corpos decaptados são encontrados ao norte de Bagdá”. Mas, diferente do Globo, clicando na manchete o internauta é direcionado para uma notícia com as mesmas informações divulgadas pelo site da Folha.
As notícias sobre mortes no Iraque, infelizmente, são diárias que não só os sites de notícias, mas todos os veículos de comunicação não valorizam mais os acontecimentos ocorridos naquela região. Domingo morreram trinta, amanhã mais cinqüenta...
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Economia
Divulgação do IPCA-15 pelos sites IG, Folha, Globo e Terra

A notícia escolhida para análise, na editoria de Economia, foi o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15) que apurou os preços entre os dias 11 de fevereiro a 14 de março. Por tratar de um tema de interesse de todos os brasileiros, porque vivemos sempre com o fantasma da inflação a nossa volta, achei que todos os sites divulgariam com maior destaque o resultado da pesquisa apresentado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira, 24 março de 2006. O que aconteceu foi o seguinte: somente dois sites colocaram o resultado do IPCA-15 na manchete de capa de suas editorias, Globo e Terra. Os portais do IG e da Folha não valorizaram a notícia, apesar de ser um indicador de inflação, que interessa a muitos, não houve preocupação em informar o leitor.
No site do IG e da Folha os textos são praticamente os mesmos (palavras, vírgulas e pontos) e muito extensos, provavelmente, é o texto enviado pelo IBGE a todos os veículos de comunicação.
A informação foi publicada junto as manchetes dos blocos “mais notícias” – IG – ‘Inflação quinzenal tem queda e fica em 0,37, constata IBGE’ e “notícias” – Folha – ‘Inflação pelo IPCA-15 desacelera com menor pressão das escolas’. A diferença da Folha para os demais sites (IG, Globo e Terra) é que no final da matéria há um link para o leitor saber tudo o que já foi publicado sobre o IPCA-15.
Os sites da Globo Online e do Terra abordaram de forma diferente a matéria. Ambos colocaram a notícia em suas respectivas capas de editoria econômica. O destaque feito pela Globo Online, além da manchete “Inflação medida pelo IPCA-15 cai para 0,37%” , que é resumida abaixo, em apenas duas frases, e se o leitor desejar saber mais sobre o assunto é só clicar no título que vai ler a notícia completa, traz ainda um link sobre o resultado do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) que caiu em quatro capitais. O texto, ao contrário do IG e da Folha, é mais objetivo.
Assim, como a Globo Online, o Terra publicou na capa de sua editoria o índice divulgado sobre a inflação quinzenal. Mas com uma diferença. Ao contrário de todos os outros portais, que o título da manchete foi praticamente o mesmo, o Terra para chamar a atenção do leitor apresentou a seguinte manchete no bloco “Indicadores Econômicos”: ‘Inflação desacelera e IPCA-15 registra alta de 0,37% em março’. Com esta chamada de capa o internauta fica curioso em saber como é que a inflação diminuiu se o IPCA-15 teve alta? Mesmo porque o texto abaixo da manchete não explica o título, obrigando o leitor a clicar na notícia para saber mais. Clicando ele encontra um texto, também, objetivo e direto e fica sabendo que o índice não teve alta ele baixou para 0,37% porque o anterior foi de 0,52%.
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Mudança na TV de casa ainda leva tempo

Hoje a tecnologia das televisões brasileira ainda são analógicas, a emissora de tv transmite pelo ar, da torre para nossas casas, em onda eletromagnéticas que ocupam totalmente uma freqüência de 6 mhz, mas a partir de 7 de setembro a programação em alta definição inicia uma transmissão inaugural da TV Digital. Exclusão digital?

O que a TV Digital oferece?

O telespectador será beneficiado, pois a TV digital proporciona uma interação com o telespectador, a qualidade de Imagem é melhor, e permite a divisão de um canal existente em até quatro, aumentando a quantidade de programas e de competidores.

A tão falada “revolução” só ocorrerá com o aumento da produção, com o desenvolvimento de aplicações de interatividade e com a venda de aparelhos que faça a convergência de mídias (ou seja, que reúna televisão, internet e telefonia) a preços acessíveis.
Se o governo anunciar agora a opção pelo padrão de modulação japonês, as redes prometem inaugurar as transmissões digital em 7 de setembro.
Para receber sinal digital já em setembro, o telespectador precisará gastar no mínimo R$ 200. Essa é a estimativa otimista do preço mais barato das caixas codificadoras (set-top boxes). Qualquer televisor comprado nesta década poderá ser transformado em digital com uma caixa dessas. Uma tevê de tele plana já terá um ganho surpreendente. A principal diferença será no formato de tela. Vigorará o formato 16:9, na mesma proporção das telas de cinema.

Friday, March 24, 2006

Eleições aceleram acordo do Laptop de US$ 100 no Brasil

O chairmam e co-fundador do Laboratório de Mídia do MIT, Nicholas Negroponte, esteve no Brasil para defender seu projeto de um laptop de 100 dólares para fins educacionais.

O Brasil é um dos países, ao lado da China, Nigéria Egito e Tailândia, que analisam o projeto.

Por conta das eleições presidenciais deste ano, em até 45 dias, o governo brasileiro, cuja atual gestão encampa o projeto de inclusão digital One Laptop Per Child, deve formalizar adesão ao projeto.

O presidente Lula foi um dos primeiros a demonstrar interesse no projeto, e assumiu um compromisso com o OLPC em adquirir um lote inicial mínimo de 1 milhão de máquinas, o que representa um investimento mínimo de 100 milhões de dólares.

Entre os modelos propostos está um notebook com tela giratória, que pode ser fabricado com uma alça na cor amarela, ou no formato tablet similar ao de um caderno na cor azul.

A máquina com sistema operacional livre e sem disco rígido conta com: processamento de 500 MHz, memória RAM de 128 MB, quatro portas USB e memória Flash de 512 MB, três a quatro portas USB e display dual mode de 7 polegadas, que funciona tanto em cores (resolução de 3 pixels) como na tela reflexiva em preto e branco (9 pixels).

Friday, March 03, 2006

Esses são os sites que costumo acessar diariamente,por que contém informações diversas e também boas reportagens ou opiniões de jornalistas.

Yahoo
clicrbs
atardeonline
tribunadabahia

jornalismoonline

Friday, February 24, 2006

Eu costumo ler, todos os dias, o site do jornal Zero Hora

Blog do jornalismo Online

Este é o primeiro texto que eu publico no meu Blog:

JORNALISMO CIENTÍFICO